Os deuses vagabundos que crias
Escurecem na luz ilimitada
Buscam ao vento sem tempo
Mastigam o teu eco de nada.
Caminham sozinhos p'los campos
Enfermos de um outro saber
Lambem os invisíveis prados
Na sombra do entardecer...
Fodem a matinal terra
Agridem o ser do seu ser
Chorando, berrando - Eclipse!
A raiva matou ao morrer.
Regressam intoxicados a casa
Mar negro de vagas expectantes
Sorriem e contam estórias
E voltam a ser como dantes.
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