Na mística viagem da vida
O farol assinala a lonjura
Que parta e se não sinta perdida
Cumprindo o que sempre perdura.
O caminho é de névoa e de treva
No escuro há-de parar
Que se livre de tudo o que leva
E recorde do farol o brilhar.
O caminho então transmutar-se-á
E verá por breves momentos
Que a chave do que há e não há
É chave que a livra dos tempos.
Na mística viagem da vida
Encontrará por fim o esplendor
Que é derradeira subida
Sem medo, dúvida ou dor.
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